quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Alegria, alegria... eu voltei para ninguém!

Alegria, alegria... eu voltei para ninguém! Já que as pessoas não comentam nada por aqui, creio que esteja falando sozinha... só que eu gosto daqui, entonces... this is it. (Criando tag pro Google... ha ha!)
É verdade que eu já não tinha lá muito o hábito de atualizar meu blog com frequência, mas depois que o termo "blog" teve seu acesso bloqueado pelo servidor aqui no meu trabalho, passei a atualizar ainda menos...
Esta tarde, por acaso, tentei, assim bem despretensiosamente, acessar e pimba! (adoro quem fala com interjeições...), abriu-se o Vinte Anos de Solidão! E eu fiquei feliz e já loguei para atualizar e nisso lembrei-me de algo fundamental: não tinha assunto... =]
Mas então, a exemplo de uma crônica que li certa vez, que era a "receita de como 'não' fazer uma crônica" (a qual transcrevo abaixo, e que é de autoria de Leon Eliachar), fiz este post, que não trata exatamente do mesmo tema da crônica, nem sei se trata de alguma coisa... =P
Mas que lembrou-me a mesma, lembrou... vá lá saber o porquê!

Enfim. O fato é que estou de volta. =)


"A Crônica Original


Fazer crônica não é escrever palavras bonitas nem construir frases de efeito, nem falar dos inimigos, nem elogiar amigos, nem descrever paisagens, nem contar casos fictícios querendo dar a impressão de verdadeiros, nem procurar assunto na falta de assunto, nem encher uma lauda pra dizer que o dólar está subindo, nem responder cartas de leitores, nem inventar cartas pra fingir que recebeu, nem tentar convencer ninguém que a vida é de amargar, nem querer impingir nos outros que em tudo há poesia, nem achar tudo triste, nem achar tudo alegre, nem falar de sua solidão, nem de seus problemas, nem dizer o que fez ontem ou o que vai fazer amanhã, nem desabafar seus problemas, nem enumerar seus vícios, nem querer corrigir os dos outros, nem bancar cabotino, nem o falso modesto, nem imaginar o tipo de mulher ideal, nem provocar enquetes, nem manter polêmicas, nem analisar a situação internacional, nem combater o governo, nem defendê-lo, nem dizer o que faria se fosse o presidente da República, nem contar numa segunda-feira onde passou o fim de semana, nem lutar pela semana inglesa, nem transcrever artigos de revistas estrangeiras, nem rememorar velhos tempos, nem citar amigos para fazer igrejinhas, nem anunciar a primavera, nem falar na falta d'água, nem endeusar os jogadores de futebol, nem proclamar que o Brasil está à beira do abismo, nem combater o cinema nacional, nem criticar o nosso teatro, nem ironizar as quase vitórias das nossas misses, nem fazer previsões para as campanhas eleitorais, nem tirar conclusão de coisa alguma.

- E você consegue fazer uma crônica sem nada disso?

- Claro: olha aí pra cima.

Leon Eliachar"

sábado, 26 de setembro de 2009

'Cause United breaks guitars


Esta manhã, tive aula de Comunicação Organizacional na faculdade. Sabadão de manhã, disciplina que aborda uma área que, particularmente não é foco de meu interesse... enfim. Acontece, porém, que a professora que leciona a disciplina é de uma inventividade e simpatia que as ditas aulas são muito frequentadas e apreciadas, não apenas por mim, ressalte-se.
Isto porque ela - a professora - não se limita aos slides, mas traz um repertório de exemplos dos assuntos dos quais trata, dignos de nota.
Na aula de hoje, apresentou-nos um "case"(jargão da área de Relações Públicas - RP - que significa, a grosso modo, mostrar caminhos que empresas/pessoas percorreram para solucionar uma situação crítica com ferramentas das RP) do qual é protagonista David Carrol.
O músico canadense David Carroll, da até então não muito famosa banda The Sons of Maxwell, solicitou à empresa aérea United Airlines especial cuidado ao transportar seu violão, ao qual destinava valor físico e emocional. E o pedido de cuidado foi reforçado em diversas ocasiões no contato do músico com a empresa, e, ainda assim, durante todo o atendimento, Carroll viu-se irritado com o que considerou como sendo descaso dos profissionais.

Galera da United tá nem aí pro Dave e seu "taylor guitar"

Em resumo, o violão acabou quebrando durante a viagem, e o músico – revoltado – compôs um clipe que virou febre na internet, via YouTube, e desde o mês julho deste ano, o vídeo já foi assistido mais de 5 milhões de vezes. O título: “United breaks guitars”, traduzindo: "United quebra violões".

Os músicos da banda vestidos de mariachis, "velando" o finado violão Taylor é hilária...

Para assistir o vídeo, que é mesmo engraçado, clique aqui para ver a versão original, mas se preferir, rola também uma versão legendada - clique aqui para assistir.
E após este protesto do artista, a companhia aérea até procurou-o, garantindo estar disposta a pagar o prejuízo, David, no entanto, recomendou que eles destinassem o dinheiro da indenização à doação para uma entidade beneficente.
A professora explicou-nos, por meio deste case como não proceder em relação a reclamações e/ou sugestões de clientes ou beneficiários, pois neste caso desastroso, o que era um simples estrago de bagagem, que poderia ter sido pago, verificada a questão, transformou-se numa propaganda péssima para a United Airlines, que persistirá muito mais facilmente na memória das pessoas do quaisquer outros tipos de medidas promocionais que a empresa propague ou ainda venha a propagar.

O clipe de "United breaks guitars" é, acima de tudo, uma pérola da criatividade humana!


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Extra, extra! Nasceu um par de asas nas costas da dona deste blog!


Manchetes sensacionalistas sempre agradaram a minha pessoa... Ok, não como jornalista, mas como pessoa bem-humorada que sou (aham)... Esta manhã, por exemplo, vi uma das boas: "Detento britânico fica bêbado com álcool gel para prevenção de gripe suína".
Há uma comunidade no Orkut sobre isto, manchetes sensacionalistas, cujo título é "Anão Vestido de palhaço Mata 8", e nela, na parte dos fóruns, há mais uma pá de outras do tipo, que divertem pela simples leitura das mesmas: "Ladrão rouba o corpo de Cristo e saúda Lúcifer", "Hindu de 13 anos constrói mini-bomba nuclear", "Búfalo mantém família refém por 8 horas", ou o próprio título da comunidade, "Anão vestido de palhaço mata 8 na Croácia".
E há ainda jornais "especializados" nestes tipos de manchete, cujo exemplo mais clássico que vem-me à memória é o Meia Hora, paladino carioca do gênero que já é hit na internet e, por supuesto, na cidade do Rio de Janeiro, onde é distribuído em versão impressa... Eis algumas imagens das capas do Meia Hora:



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Intelectualismos à parte, acho o Meia Hora uma ótima piada. É, a meu ver, uma grande sátira, tanto do "jornalismo de celebridades" quanto das "celebridades" mesmo... E para mim, bom humor sempre será relacionado à inteligência.

Da série: só dói quando eu respiro



Sim, faz uma data que eu não dou as caras por estas bandas. Não, eu não desisti do blog. Sim, a faculdade me consome. Sim, se eu me esforçasse mais eu poderia estar mais presente por aqui. But... c'est la vie.

Para ver mais tirinhas dos Malvados, visite o site de onde retirei a que ilustra este post: http://www.malvados.com.br/

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Aula de Projeto Experimental I:

1.Contituição da Empresa
Criar:
# Razão Social;
# Nome Fantasia;
# Endereço;
# Definir sócios.

Aula de Comunicação Social: Jornalismo, cada dia mais Administração de Empresas... mas que cousa!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Globo X Record

O escândalo da Record, que foi mostrado por mais de dez minutos no Jornal Nacional de 11/08 (terça-feira última) não é sobre o que eu quero comentar neste post.
Nem é também acerca da resposta da Record: cobrir de repotagens atacando a "vênus platinada", falando de seu apoio à ditadura militar, à cobertura tendenciosa das eleições das quais Collor saiu vencedor em 1989, dentre otras cositas mais...
É só mesmo pra externar o pensamento que ocorreu-me desde o primeiro momento em que vi a troca extrema de farpas ter início por parte da Globo, que foi um comentário que Jáder Barbalho dirigiu a Antônio Carlos Magalhães, quando este "arrotava" regras que não seguia, no senado: "O caso aqui é de prostituta velha pregando castidade"...



Acho que é justamente este o caso entre a Globo e a Record também.


O último a sair, por favor, que apague a luz!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Sarney

Muito tem-se falado acerca da crise de Sarney no senado. A última do cara foi dizer que a crise foi criada para enfraquecer Lula.
"Estamos numa Casa política. Pelo fato de minha luta política ter algum peso na sucessão, desencadeou-se essa crise para enfraquecer o presidente da República", disse Sarney.
E o que Lula diz sobre? Ora, nem precisa... faça a leitura corporal mais do que óbvia de el presidente com relação ao Sarne(nto)y: